quarta-feira, 2 de junho de 2010

“O orifício corrugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um indivíduo em alto grau etílico, deixa de estar em consonância com os ditames referentes ao direito individual de propriedade”

Alguém já reparou que em certas circunstâncias nossa identidade fica alterada.

Barriga de grávida não tem dono, passa a ser semi-pública a partir do sexto mês de gravidez. E um tal de colocar a mão para ver se esta mexendo, ou simplesmente para ver aquela coisa estrondosa embaixo da blusa da nobre senhora. Pior mesmo só as grávidas que andam de barriga de fora.

Cabeça de criança pequena também é publica, qualquer um chega e coloca a mão na cabeça da criança como se fosse um botão que precisasse ser apertado.

Nome próprio deixa de existir quando você tem um filho, principalmente no seu prédio e na escolinha dele. É um tal de Pai da fulanazinha ou Mãe do fulanozinho.

E quando você tem um nome grande e as pessoas se sentem no direito de pronunciar somente a primeira sílaba do seu nome.

Ou aquelas pessoas engraçadas ou muito engraçadas que olham para você e já colocam um apelido.

Ou aquele atendente de telemarketing que antes de qualquer coisa pede o seu numero de assinante, cujo qual duvido que você saiba.

Para quem entendeu o título, gostaria de frisar que foi somente uma chamada engraçada, para quem não entendeu...

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